Candidato a Deputado Federal por São Paulo

Mês: julho 2018

Se fecundou, há Vida!

Se fecundou, há Vida!

Se fecundou, há Vida!

#Aborto Não! Considero a possibilidade apenas em casos de incesto, estupro ou quando há risco de morte materna, numa dessas hipóteses sim, a mulher tem todo o #direito de escolher se mantém ou não a #gravidez Mas aborto por descuido não concordo, “pois se fecunda, há vida, se há vida, há o direito do indivíduo em formação lutar por ela!”

“pois se fecunda, há vida, se há vida, há o direito do indivíduo em formação lutar por ela!”

Independente das ideologias que permeiam este assunto, eu acredito piamente que, “se fecundou há vida”! A Luta pela formação de um ser começa quando há fecundação. Embora possa discutir que existe luta bem antes disto, de fato, é neste momento em que vida começa.

A Luta pela formação de um ser começa quando há fecundação

Para os marmanjos que são contra o aborto ou a favor, mas que, não assumem o filho, isto, é uma forma de #abortar também. Então, se fez assuma a sua responsabilidade!

obs. Partido NOVO não tem este tema fechado e deixa claro que os candidatos podem posicionar sobre o assunto, está é minha posição!

Privatizações melhora a vida das pessoas?

Privatizações melhora a vida das pessoas?

Privatizações melhora a vida das pessoas?

Sim! A única estratégia em “Capitalismo de Estado”, quando o estado participa da economia como um empresário, é política e visa a manutenção do poder e, neste contexto, propicia a corrupção.

Para explicar como a privatização melhora a vida das pessoas, vamos entender primeiro qual é o papel do Estado e porque ele é um mau gestor quando passa a ser um empresário.

Uma das maiores empresas do mundo, a Petrobrás, é uma empresa cheia de dívidas. A Petrobrás é um exemplo de como o estado é ineficiente na gestão, os problemas recentes desta estatal demonstram como o aparelhamento político é nocivo. A empresa, assim como muitas outras estatais, serviram de suporte financeiro a partidos e políticos.

Somos acionistas compulsivos da estatal de petróleo e gás e o dinheiro que poderia estar sendo gasto com saúde educação e segurança, servirá para pagar dívidas oriundas de processos bilionários nos USA – a conta é nossa por culpa do estado.

Estatais geraram mais custos do que retorno financeiro para a União nos últimos 5 anos, diz Tesouro Nacional.

As empresas públicas NÃO são do POVO!!

Lembre-se: as empresas estatais são mantidas com dinheiro público, ou seja o povo não é dono; porém, a classe política e os funcionários do alto escalão são os maiores beneficiados. Em 2016 o governo gastou cerca de 19 bilhões com estatais, cerca de R$ 92,00 por brasileiro. fonte: Gazeta do Povo

O povo é dono, apenas, do prejuízo do negócio, politicamente mal gerenciado. Até este ponto falamos apenas da Petrobrás e, de uma forma generalizada, de outras estatais. Porém, existem os bancos (Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil), Usina Belo Monte… etc.

E por que privatizar melhora a vida das pessoas? Privatizar da forma correta, deixando nas mãos de quem sabe gerenciar, é mais lucrativo, ao invés de perder dinheiro com investimentos inviáveis. Lembre-se da Refinaria de Pasadena.Poderíamos investir mais em tecnologia para poder melhorar a gestão em segurança pública, saúde e educação! O Estado nasceu para ser estado e não uma empresa privada. Em certos casos pode até funcionar, porém manter 606 empresas que geram prejuízos e despesas para o contribuinte é inaceitável.

 

Fonte: Gazeta do Povo

A diferença entre ricos e pobres depende do esforço de cada um?

A diferença entre ricos e pobres depende do esforço de cada um?

A diferença entre ricos e pobres depende do esforço de cada um?

Obviamente, Não! Porém, vemos muitos saírem da pobreza e extrema pobreza, com um, grandes esforços. Ainda que seja possível pelos esforços, para diminuir a desigualdade, entre ricos e pobres, é preciso a participação do Estado.

No contexto atual brasileiro,  existem diversas políticas públicas equivocadas, porém, acredito que a liberdade econômica, o livre mercado e o capitalismo são ingredientes eficazes para a redução da pobreza.

Ser rico é privilégio de poucos!

Na minha  história de vida,  passei muita fome, já sofri racismo, já catei latinha, já vendi picolé na praia, já vendi bala em ônibus, já fui vendedor ambulante. Meu primeiro livro técnico, foi um livro achado no lixo, Clipper 5.0, com ele, comecei a jornada por conhecimento em busca de uma profissão.

Apesar das dificuldades, eu sempre mantive o foco e o desejo de mudar de vida, de lutar, correr atrás dos meus sonhos, mudar a minha história e a história da minha família. Foi doloroso? Foi, e muito, mas, estou aqui para contar a minha história, não como regra, mas como um ponto fora da curva. Mas, eu sou rico? Não sou – e dificilmente serei – mas tenho uma vida digna!

O que eu quero que fique claro é que não lutei para ser rico. Isto eu vejo como um mérito muito além das minhas possibilidades hoje. Sorte de quem já nasceu rico. Todos devem ser ricos? Acredito que todos devem ter segurança, educação, saúde e oportunidade de lutar pelos seus objetivos, não da forma que eu enfrentei, mas com condições dignas!

Porque acredito nisto?

Quando comecei a estudar tecnologia – onde obtive um suporte melhor – as oportunidades surgiram da iniciativa privada. Manter o estudo em uma escola técnica era caro e exigia o tempo que eu não tinha, pois, precisava fazer pequenos trabalhos para manter-me.

Fazer um curso técnico de qualidade em um CEFET, IF ou FATEC, concorrendo com alunos de grandes escolas, é injusto, mas é possível. Eu conseguir passar no difícil processo seletivo, no entanto, não pude concluir por não ter condições financeiras. Diante disto, é preciso redirecionar o investimento garantindo qualidade no ensino fundamental e médio. Sou favorável também a que, no ensino médio, existam cursos técnicos obrigatórios e, além disto, a garantia da vaga no ensino superior a alunos de escolas públicas que obtiverem o melhor desempenho, com reservas de vagas a serem disputadas por alunos de escolas privadas.

A Microsoft é símbolo do capitalismo! Sabe quem mais investiu indiretamente em minha carreira? A Microsoft! Eu utilizava os canais dela de forma online para poder estudar; aprendi, estudei e hoje sou arquiteto de software!

Novamente, rico? Não, porém com vida digna!