Candidato a Deputado Federal por São Paulo

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Os verdadeiros desafios dos Municípios x um sociopata

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Antes de Ler o texto, veja a definição da palavra “Sociopata”: 

“Quem tem transtorno de personalidade antissocial, costuma mentir, infringir leis, agir impulsivamente e desconsiderar sua própria segurança ou a segurança dos outros. “

Sabe qual é o tamanho do desafio de ser candidato a vereador pela maior capital do país? E na sua cidade, você conhece?

Vou elencar alguns dos principais desafios

  • Ter formação técnica legislativa
  • Conhecer os principais problemas da capital
  • Conhecer suas dimensões regionais
  • Desburocratizar o sistema
  • Facilitar a vida de quem empreende
  • E focar no que importa; segurança, saúde e educação, infraestrutura.

Estes são os principais temas que deveríamos discutir, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida das pessoas nos municípios, com  foco na renovação. Mas, infelizmente, a mídia dá credibilidade a um bandido condenado e sua trupe.

Lula continua atrasando o país e tirando o foco das verdadeiras discussões, e com plateia. Em uma entrevista acusou Sérgio Moro de ser mentiroso e julgou-se ser ético e honesto. O bandido, novamente condenado, teve sua condenação mantida no processo do sítio de Atibaia e sua pena aumentada. Para figura como está, a do Lula,  basta apenas uma definição, sociopata

#LulaCondenado #LulaTerrorista

Guedes critica discurso de Lula que segue na empreitada de dividir o país

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Lula Terrorista

Paulo Guedes Rebateu;  é “uma insanidade” que o ex-presidiário e condenado Luiz Inácio Lula da Silva peça a presença do povo em manifestações nas ruas. “Quando o outro lado ganha, com dez meses você já chama todo mundo pra quebrar a rua? Que responsabilidade é essa? Não se assustem então se alguém pedir o AI-5”, afirmou o ministro.

Guedes ainda sugeriu que o projeto de lei do excludente de ilicitude seria uma resposta do presidente Jair Bolsonaro ao discurso de Lula.

Lula, em sua conta do twitter replicou a fala do ministro afirmando que é democrático ir às ruas protestar, porem, como característica de qualquer iniciativa da extrema-esquerda, não tem teor  democrático nas ações do ex-presidiário e condenado Luiz Inácio Lula da Silva. 

“Lula é bandido e quem segue suas ideias extremistas estão se tornando marginais assim como o seu líder”

Lula é bandido e quem segue suas ideias extremistas estão se tornando marginais assim como o seu líder, a resposta para essa empreitada não precisa ser um AI-5 mas apenas que as instituições funcionem contra qualquer atividadade criminosa e terrorista que cause a desordem no país.

#LulaTerrorista

Matéria completa em: https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,guedes-critica-discurso-de-lula-e-diz-nao-se-assustem-se-alguem-pedir-o-ai-5,70003102639

A autofagia no judiciário

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𝗔 𝗮𝘂𝘁𝗼𝗳𝗮𝗴𝗶𝗮 𝗻𝗼 𝗷𝘂𝗱𝗶𝗰𝗶𝗮́𝗿𝗶𝗼
 
A palavra autofagia vem do grego e significa “comer a si mesmo”, seu conceito pode ser aplicado de diferentes formas, a partir do contexto em que está inserida. Na biologia a autofagia celular caracteriza sua renovação, sendo utilizada como um mecanismo de sobrevivência das células, em suma é um processo de limpeza para garantir o funcionamento do corpo, e apesar de ser assustador, mantém as células saudáveis. Porém, no âmbito social a autofagia pode significar a autodestruição, por quê autofagia ocorre em nosso judiciário? Como isto corrobora no processo de autodestruição do sistema?
 
Iniciei a vida acadêmica como todo aluno feliz, deslumbrado com o “novo”, diante de um leque de possibilidades, foi esplêndido estudar filosofia, ciência jurídica e políticas, mas destaco introdução ao estudo do Direito como a disciplina mais instigante. Logo fui eleito representante da sala, líder de comissões, estava sempre envolvido, de todas as formas inclusive nos debates, me recordo de ouvir “meu tio é desembargador” em tom de ameaça, após discordar de um colega, achei que as divergências de ideias não seriam problema, e com o passar dos semestre a maturidade e o respeito sobrepujaríam as desavenças, porém não foi assim, em todos os âmbitos há uma enorme dificuldade em aceitar posições jurídicas ou políticas contrapostas, porém tudo faz parte de um grande aprendizado.
 
A minha habilidade na área de exatas não inibiu a sede de conhecimento, no tocante a jurisprudência, e foi neste período que vislumbrei a possibilidade montar o meu TCC com base no sistema judiciário, e o recorte seria pautado, justamente, em determinadas decisões que paulatinamente constituíam o processo de autodestruição do mesmo.
 
Neste ensejo saúdo meus antigos colegas, hoje advogados formados, saliento que a procrastinação da minha formação não foi por desinteresse, muito menos por conta dos desentendimentos, mas por indignação, por entender o nosso Sistema Jurídico e suas das mais diversas leis que favorecem os mais ricos e poderosos, que podem “eternamente” entrar com recursos, sistema, do qual me envergonho, se entranham deuses, fardados de juízes, que traçam, em muitos casos, uma escada até o STF, ainda que tenham de realizar uma “barganha faustiana”, ‘vide’ Lula e seus ministros. Feitas as barganhas, segue-se o cumprimento da promessa sob pena de irem para o “limbo” juntos, então, protegem-se os corruptos. Sistema é tão perverso com a sociedade, e tão benéfico aos criminosos que, a Juntura jurídica pode conceder a presunção de inocência, até que a justiça divina seja feita.
 
De modo autofágico prossegue nutrindo-se de suas decisões autoritárias, com objetivo de “melhorar” seus processo. Seja na forma de aplicação das leis com vícios, ou não. Ou através do ativismo jurídico legislativo. Este sistema está implodindo e ou contrário do processo celular em que torna o corpo mais saudável a fim de para sobreviver, os próprios agentes jurídicos nutrem-se em uma atuação narcisista autodestrutiva. A covardia é tão grande que escondem-se atrás de escolas garantistas, em uma guerra de narrativas jurídicas onde os culpados são encarregados de julgar, e não assumem sua parceria com a injustiça.
 
É triste a vertigem da justiça, e o ápice da desgraça do judiciário foram as declarações do procurador-geral da república, Rodrigo Janot, afirmou querer matar um ministro do STF, Gilmar Mendes. Quando outro procurador tentou matar uma juíza. Quando uma suprema corte dá apenas voz a opinião dos amiguinhos enjaulados e às costas a opinião pública. O STF pode causar uma ruptura em nossa sociedade antes de se desintegrar e nos levar a uma nova constituinte, a longo prazo pode ser bom, por hora, apenas coloca o Brasil em marcha lenta nas questões sociais e econômicas.
 
Mão, lava outra, lava uma mão!
Califórnia enfrenta uma ameaça crescente da droga mais mortífera da América

Califórnia enfrenta uma ameaça crescente da droga mais mortífera da América Featured

Os cartéis decidiram não pressionar o fentanil no estado até recentemente.
Amber Sheldon, à direita, cumprimenta um cliente frequente no programa de redução de danos na Glide, em San Francisco.  O programa oferece cl

Amber Sheldon, à direita, cumprimenta um cliente frequente no programa de redução de danos na Glide, em San Francisco. O programa oferece seringas limpas, tiras de teste de drogas e outros suprimentos para freqüentes usuários de drogas. Sheldon e outros membros da comunidade de redução de danos da cidade ajudam os usuários de drogas a aprender como se proteger e a outros de overdoses fatais.

 

SÃO FRANCISCO – Desde que o potente opióide sintético fentanil começou a aparecer no mercado ilícito dos EUA há oito anos, especialistas supõem que os narcotraficantes usavam o barato pó branco para aumentar a potência da heroína, às vezes acrescentando demais e matando inadvertidamente a droga. clientes.

Em uma série de entrevistas com usuários de heroína em Rhode Island em 2017, pesquisadores da Universidade Brown relataram que os usuários “descreveram o fentanil como desagradável, potencialmente mortal e a ser evitado”. Eles concluíram que a demanda pelo contaminante mortal era baixa e que sua presença o fornecimento de drogas estava “gerando interesse do usuário em estratégias eficazes de mitigação de risco, incluindo tratamento”.

Mas aqui no distrito de Tenderloin, onde o fentanil era raramente visto até o ano passado, os usuários de drogas contam uma história completamente diferente. Para muitos deles, o fentanil é um medicamento de alto valor que, se usado com cuidado, pode prevenir a doença da doença e proporcionar uma alta alta por uma fração do preço da heroína.

Mais da metade dos usuários de drogas em São Francisco procura propositalmente o fentanil, apesar de seus perigos, de acordo com os trabalhadores de redução de danos que conversam com centenas de usuários de drogas todos os dias. A droga também está chegando a outras partes do estado, deixando as mortes em seu rastro e levando as autoridades policiais e de saúde pública a coletar e descobrir como evitar sua disseminação e ajudar os usuários a evitar as piores conseqüências.  

Cinquenta vezes mais forte que a heroína e 100 vezes mais forte que a morfina, o opióide sintético foi raramente detectado nos mercados de drogas ilícitas dos EUA ou nos corpos de vítimas fatais de overdose há apenas uma década. No mês passado, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças confirmaram que o fentanil se tornou o maior causador de mortes na epidemia de overdose de drogas do país. A taxa de overdoses saltou 113 por cento a cada ano de 2013 a 2016. 

Com certeza, muitos outros franciscanos que usam drogas dizem que tentam evitar o pó branco mortal, e alguns relataram uma overdose depois de inconscientemente consumir uma grande variedade de drogas ligadas ao fentanil, incluindo metanfetaminas, cocaína e pílulas falsificadas de Xanax e Vicodin.

Ainda assim, um número crescente de usuários de drogas aqui afirmam que estão optando pelo fentanil quando disponível, uma tendência não relatada em outros lugares nos Estados Unidos. E apesar de sua poderosa potência, o fentanil não está matando quase tantas pessoas aqui quanto na costa leste e nos Apalaches.

Em São Francisco, a preferência do consumidor pelo fentanil e a taxa de mortalidade relativamente baixa provavelmente se devem em grande parte à maneira como o medicamento é comercializado pelos traficantes, disse Phillip Coffin, diretor de pesquisa sobre uso de substâncias no departamento de saúde pública da cidade.

O fentanil que é vendido aqui é claramente rotulado. Raramente é disfarçado de heroína, assim como na costa leste e nos estados da Appalachia. Como resultado, os usuários que compram fentanil sabem o que estão recebendo e, na maioria dos casos, tomam as precauções necessárias, disse Coffin.

Ainda é uma droga muito mais perigosa do que a heroína, que normalmente é vendida como alcatrão preto na Califórnia e tende a ser inconsistente em potência e qualidade, acrescentou.

Outra razão para a taxa de mortalidade relativamente baixa de São Francisco do fentanil é a comunidade de redução de danos estabelecida e bem financiada da cidade, disse Coffin. Após o primeiro surto de fentanil em 2015, os grupos de saúde pública e redução de danos juntaram forças para aumentar drasticamente a quantidade de Narcan, usada para tratar a overdose, distribuída a todos os usuários de drogas e intensificando os programas de extensão.

Um produto melhor?

A maior concentração de usuários intencionais de fentanil está no Tenderloin, disse Kristen Marshall, que dirige um programa de testes de drogas para a Harm Reduction Coalition, uma organização nacional que fornece treinamento e suprimentos para grupos de redução de danos.

Mas um número crescente de usuários de drogas em outros bairros de São Francisco também está começando a optar pelo pó poderoso, disse ela.

Com a ajuda de trabalhadores de redução de danos que fornecem Narcan e tiras de teste de drogas, muitos usuários de fentanil desenvolveram formas de se proteger de overdoses. E apesar da curta euforia da droga, eles dizem que planejam continuar usando o fentanil, embora com cuidado, principalmente por causa de seu valor, disse Marshall.

“Para os usuários de drogas, é exatamente como você ou eu tomamos decisões sobre os produtos que escolhemos quando fazemos compras”, disse ela. “O fentanilo é mais forte, você precisa de menos e é mais barato. Então, por que eu, como alguém com recursos limitados, não gostaria de gastar meu dinheiro em algo que é um valor melhor e, portanto, um produto melhor? ”

Como o fentanyl começou a infiltrar-se na cidade há quatro anos, disse Marshall, as comunidades de saúde pública e redução de danos renovaram sua mensagem aos usuários de drogas. “Ficou claro que as pessoas iriam usá-lo, então decidimos não assustar as pessoas dizendo que o fentanil definitivamente causará uma overdose. Em vez disso, dissemos que eles deveriam usá-lo com cautela.

“Use menos, use-o mais devagar, use-o com outras pessoas e mantenha Narcan com você”, disse Marshall. “Também é importante testar suas drogas. Mesmo que você saiba que está recebendo fentanil, é necessário executar testes adicionais para ver o que mais pode estar na mistura. ”

Influência crescente na Califórnia

Na década passada, quando a epidemia de overdose de opiáceos devastou grande parte do resto do país, San Francisco e a maior parte da Califórnia pareciam imunes. O Fentanyl começou a aparecer na Califórnia somente em 2015, e seu número de mortes foi limitado. Os estados dos Apalaches e da Nova Inglaterra viam o fentanil em 2011 e, em 2013, matavam dezenas de pessoas em um único dia.

“Aqui na Califórnia, nós nos sentimos felizes por não termos visto o mesmo tipo de devastação da epidemia de opióide que estava ocorrendo no outro lado do país”, disse Kelly Pfeifer, médica e especialista em vícios da California Health Care Foundation.

O fentanil apareceu cedo em São Francisco comparado ao resto do estado. Foi raramente visto em outras partes da Califórnia até o ano passado.

Em abril, isso mudou: três pessoas morreram no centro de Los Angeles depois de cheirar cocaína com fentanil . E as autoridades de saúde pública informaram que a substância também havia sido encontrada em metanfetaminas.

Um mês depois, policiais estaduais começaram a se reunir com pesquisadores, médicos-legistas e líderes de saúde pública para desenvolver melhores maneiras de detectar o opiáceo mortal ilícito no fornecimento de drogas, alertar os usuários e distribuir mais drogas de resgate de overdose – semelhantes às de São Francisco. Resposta de 2015.

Profissionais de redução de danos Amber Sheldon, à esquerda, e William Buehlman em seu escritório em San Francisco, com Daydream cão.

Profissionais de redução de danos Amber Sheldon, à esquerda, e William Buehlman em seu escritório em San Francisco, com Daydream cão.

 

Ao mesmo tempo, Daniel Ciccarone, um médico de família e pesquisador da Universidade da Califórnia, em San Francisco, estava se preparando para publicar um artigo sobre o flagelo do fentanil que estava matando milhares de usuários de drogas em outras partes do país.

Sua conclusão: A grande maioria dos usuários de drogas não quer fentanil. A terceira e mais mortal onda da epidemia de opiáceos, disseram Ciccarone e outros pesquisadores, foi impulsionada por traficantes de drogas, não pela demanda dos usuários. O poderoso pó branco estava matando principalmente pessoas que não sabiam de sua presença.

A epidemia de fentanil, disse Ciccarone em uma entrevista da Stateline , é um problema de abastecimento. Mas desde que a guerra contra as drogas se mostrou sem sucesso, a solução é abordar o lado da demanda, tornando o tratamento da dependência e a redução de danos mais disponíveis, disse ele.

Pfeifer concorda que uma melhor prevenção e acesso ao tratamento é a solução para a epidemia, sugerindo que parte da razão pela qual a Califórnia tem uma das menores taxas de overdoses do país é que o estado expandiu o Medicaid para adultos de baixa renda em 2010, quatro anos mais cedo do que a maioria dos outros estados, e desde então tem construído infra-estrutura de tratamento substancial em muitas partes do estado.

Monitoramento intenso

San Francisco é único em seu método de vigilância de drogas e educação do usuário, disse Daniel Raymond, diretor de políticas da National Harm Reduction Coalition.

“Mais do que qualquer outro lugar que vi”, disse ele, “a comunidade de redução de danos de São Francisco fala sistematicamente com usuários de drogas sobre suas preferências e experiências e alimenta continuamente essas informações ao Departamento de Saúde de São Francisco, que usa essa inteligência para informar sua mensagem e estratégias de prevenção de overdose. ”

Através dessa rede de comentários, Ciccarone disse que recentemente ouviu que alguns usuários em São Francisco estavam escolhendo ativamente o fentanil. E embora a dinâmica da cultura de drogas local pareça completamente diferente do que ele encontrou em Maryland, Massachusetts e West Virginia, onde conduziu a maior parte de sua pesquisa, Ciccarone disse que não ficou surpreso.

“O fentanil, como o resto do mercado de drogas ilícitas, é um alvo em movimento”, disse ele. “Você não pode generalizar de uma região para outra, e o que pode ser verdade hoje pode não ser amanhã.”

Ele afirmou que a epidemia de fentanil em todo o país tem sido impulsionada principalmente pela oferta. Mas por razões desconhecidas, os cartéis decidiram não pressionar o fentanil na Califórnia até recentemente, disse ele. “Se o fentanil está começando a se tornar uma questão de demanda aqui na Califórnia, isso pode ser realmente uma má notícia”.

Alguns especialistas especularam que, como a heroína é vendida em uma forma de alcatrão preto pegajoso a oeste do Mississippi, em comparação com um pó branco na maior parte do país, o fentanil não foi introduzido porque era mais difícil misturar com alcatrão preto.

Outros argumentaram que, se os traficantes de drogas pensassem que havia um mercado para o fentanil, eles encontrariam um caminho. Esse mercado pode agora estar emergindo.

Aumento do número de mortos

O Fentanyl está envolvido em mais da metade das mortes por overdose em todo o país, e seu alcance geográfico se estende além da costa leste e Appalachia, onde o número de mortes vem aumentando desde 2011, para a Califórnia, onde a droga sintética está envolvida em cerca de 20% das mortes. .

“Não era uma questão de saber se o fentanil se tornaria um problema maior aqui, mas quando”, disse Ciccarone.

Ao conversar com usuários que lidam com o contaminante com risco de vida há anos, ele espera ajudar os usuários da Califórnia a se prepararem para o inevitável ataque da droga sintética barata.

Um especialista em medicina do vício na Universidade da Califórnia, em Los Angeles, Steven Shoptaw, está construindo coalizões estaduais de acadêmicos e autoridades de saúde pública e policiais para fortalecer as defesas do estado contra a droga sintética mortal.

“Sabemos que estamos em uma posição privilegiada de ter sido poupado da bagunça do fentanil”, ele disse, “e queremos continuar assim”.

Nossos valores e moral devem fazer parte de nossa essência

Nossos valores e moral devem fazer parte de nossa essência Featured

Erich Fromm em seu livro, ter ou ser, vinculou a desumanização a sociedade de consumo de massa, responsabilizou o capitalismo por não criar valores morais e cultivar cultura de aparências do que a de essências.

Então pergunto, a sua essência, o seu valor e a sua moral é mensurada pela sua capacidade e poder de compra?

Acredito que o Fromm errou na análise, mas, pelos péssimos exemplos que vemos na política, tanto da nova gestão quanto da antiga, não é o capitalismo responsável pela falta de moral, e sim, pessoas sem caráter, que utilizam a mesma técnica, o vitimismo, para justificar seus atos espúrios.

Nossos valores e moral devem fazer parte de nossa essência, independente dos péssimos exemplos, do capitalismo, socialismo e/ou qualquer outra ideologia.

Quando a Diversidade é uma Bobagem?

Quando a Diversidade é uma Bobagem?

Obs. Parte 1 – Próximo artigo darei continuidade falando do humanismo normativo

Existe uma forma de ideologização, um tanto perversa, quase impossível de ser combatida e muito bem financiada que impõe a sociedade padrões com objetivos de moralizar ou mudar o comportamento social. Neste novo contexto atual, onde empresas se dedicam a transformar a sociedade, seus principais agentes são; grandes conglomerados econômicos, detentores de poder econômico; mídias jornalísticas, detentora de formação da opinião pública e o judiciário, detentor das leis. Nesta união é visível um único propósito, obrigar a sociedade a seguir um pensamento progressista a rigor das leis.

“Eis uma máquina de modelagem social, no qual o indivíduo vai sendo domesticado.

O conceito da diversidade é uma ideia muito linda, porém não passa de utopia, assim como qualquer outra doutrina dentro do socialismo, é impossível de ser alcançada. Então, da forma que está sendo empregada, não passa de uma estratégia de marketing populista empresarial, ainda que, existam empresas que seguem a cartilha com boa fé.

“Uma equipe diversa não significa uma equipe de resultados.”

Participei de várias equipes e em muitas delas eu era o único integrante #negro. Em alguns casos, minha presença quebrou certo padrões, porém, não foi pela busca da diversidade que isto foi possível e sim pela competência, é este o fator que precisa ser preponderante.

“Não busque uma equipe #diversa, busque uma equipe eficiente, de resultados e no momento de formação da equipe, não leve em conta a diversidade, porém, olhe para o profissional, a pessoa, e sem preconceitos, analise se o candidato agrega, contrate, independente da classificação #social”

Uma empresa diversa não significa uma empresa onde tem pessoas que respeitam o indivíduo.

Trabalhei em uma grande instituição onde, na minha área, eu era a única pessoa negra, novamente, não fui contratado por ser negro, mas pela competência. A questão novamente é na forma em que o processo de contratação ocorre, quando você força a atender um requisito de diversidade, você não trata do problema original, que é o preconceito. Já vi muitas empresas que empregam o termo diversidades no formulário de contratação tem a opção de você informar se é branco ou negro, informações sem importância alguma para uma avaliação profissional. Já vi recrutadores negros dando preferência em contratar profissionais negros… Porém, na contratação, a cor importa?, o gênero importa? a religião importa? ao menos se o recrutador não for preconceituoso, a única coisa que importa é a competência.

Diversidade nas empresas não levam a lugar nenhum, mas a cultura de respeito sim.

Uma vez entrei com mais dois chefes, também negros, no elevador, uma quarta pessoa, em tom de humor, soltou, negros, mas de 3 reunidos, é quadrilha. Dei aquela risadinha assim sem graça neh, mas ali estava uma empresa “diversa’, então questiono; diversidade quebra paradigmas? Não, apenas cria estereótipos de empresas que não fomentam a cultura do respeito. Hipoteticamente, uma empresa que, em todo seu processo seletivo, apenas contrataram negros, ou brancos, ou todos judeus e/ ou todos muçulmanos etc. E Se , nesse contexto, o processo seletivo, qual foi livre de preconceito, produzir um time homogêneo, porém eficiente e com resultado não há o que se questionar, não é a diversidade que deve existir, é o preconceito que deve ser extinto, pois, o emprego da ideologia da diversidade leva à segregação.

Diversidade nas empresas, como forma de tornar o lugar melhor para se trabalhar, não produz resultado, apenas segregação.

Imaginem, começarmos a criar cotas para tudo? Vamos dividir, dividir… um dia estaremos tão divididos que criaremos cotas para quem não estar em grupo nenhum. Este é o efeito prático. A diversidade no ambiente de trabalho não deve ser meta para as empresas, o respeito sim, se quisermos proporcionar um ambiente de trabalho bom, o clima de respeito deve ser preponderante, porém, com cultura da diversidade, nunca alcançaremos este objetivo. Assim como qualquer ideologia proveniente do socialismo, a diversidade segrega mais que agrega, cria ambientes de grupos com mini-grupos.