Suplente de Deputado Federal por São Paulo

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Coronavírus (COVID-19) – precisamos continuar unidos e seguindo todas as recomendações

Coronavírus (COVID-19) – precisamos continuar unidos e seguindo todas as recomendações

Na imagem, comparo o gráfico de evolução na, Itália, Brasil e no Mundo. Neles conseguimos identificar os seguintes pontos:

  1. Certa similaridade na evolução da curva do Brasil em relação à situação mundial
  2. Entre a identificação do primeiro infectado e a situação atual, mostra que o vírus começou lentamente e depois teve um crescimento exponencial.

Olhando os pontos acima podemos deduzir que tudo isto indica duas coisas; descaso inicial com o problema ou demora no processo de identificação.

Analisando todos os dados, em termos quantitativos, o Brasil representa aprox 0,5% de infectados no mundo. Repare que o número de pessoas curadas não se altera e que já estamos em quase 10 mortes diárias e aumentando progressivamente. A estratégia é seguir a risca os mesmos procedimentos adotados em Wuhan adaptando conforme a realidade de cada país. O Problema é que, nem todos, conseguirão dar uma resposta rápida a essa nova realidade. 

 Mas uma vez, as estatísticas demostram que passaremos por um momento muito conturbado. O problema é muito grave, você deve cuidar-se e seguir as recomendações que estão sendo divulgadas massivamente na imprensa.

Iremos vencer? Sim, mas para isto precisamos continuar unidos, seguindo todas as recomendações.

#ficaemcasa #ficaremcasa #ficaadica #corona ##coronamemes #isolamentosocial 

Fonte: Bing Maps

Adultos mais jovens compõem grande parcela de hospitalizações por coronavírus nos EUA

Adultos mais jovens compõem grande parcela de hospitalizações por coronavírus nos EUA

Adultos americanos de todas as idades – não apenas os de 70, 80 e 90 – estão seriamente enojados com o coronavírus, de acordo com um relatório sobre quase 2.500 dos primeiros casos registrados nos Estados Unidos.

relatório , divulgado quarta-feira pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, constatou que – como em outros países – os pacientes mais idosos tinham maior probabilidade de morrer e de serem hospitalizados. Mas dos 508 pacientes que se sabe terem sido hospitalizados, 38% eram notavelmente mais jovens – entre 20 e 54. E quase metade dos 121 pacientes que foram admitidos em unidades de terapia intensiva eram adultos com menos de 65 anos, informou o CDC.

“Acho que todo mundo deveria prestar atenção nisso”, disse Stephen S. Morse, professor de epidemiologia da Escola de Saúde Pública Mailman da Universidade de Columbia. “Não serão apenas os idosos. Haverá pessoas com 20 anos ou mais. Eles precisam ser cuidadosos, mesmo que pensem que são jovens e saudáveis. ”

As descobertas serviram para ressaltar um apelo proferido na quarta-feira em um briefing da Casa Branca pela Dra. Deborah Birx, médica e oficial do Departamento de Estado que é líder da força-tarefa de administração de coronavírus do governo. Citando relatos semelhantes de jovens adultos na Itália e na França sendo hospitalizados e precisando de cuidados intensivos, o Dr. Birx implorou à geração milenar que parasse de socializar em grupos e se cuidasse para proteger a si e aos outros.

 

“Você tem o potencial de espalhá-lo a alguém que tem uma condição que nenhum de nós conhecia e causar um resultado desastroso”, disse Birx, dirigindo-se aos jovens.

No relatório do CDC, 20% dos pacientes hospitalizados e 12% dos pacientes de terapia intensiva tinham entre 20 e 44 anos, abrangendo basicamente a geração milenar.

 

“As pessoas mais jovens podem se sentir mais confiantes em sua capacidade de resistir a um vírus como esse”, disse o Dr. Christopher Carlsten, chefe de medicina respiratória da Universidade da Colúmbia Britânica. Mas, disse ele, “se muitas pessoas mais jovens estão sendo hospitalizadas, isso significa que há muitos jovens na comunidade que estão andando com a infecção”.

Os novos dados representam uma análise preliminar da primeira onda significativa de casos nos Estados Unidos, que não inclui pessoas que retornaram ao país de Wuhan, China ou Japão, informaram os autores. Entre 12 de fevereiro e 16 de março, houve 4.226 casos relatados ao CDC, diz o estudo.

As idades foram relatadas para 2.449 desses pacientes, disse o CDC, e desses, 6% tinham 85 anos ou mais e 25% tinham entre 65 e 84 anos. Vinte e nove por cento tinham entre 20 e 44 anos.

 

As faixas etárias de 55 a 64 e 45 a 54 incluíram 18% do total. Apenas 5% dos casos foram diagnosticados em pessoas com 19 anos ou menos.

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O relatório não incluiu informações sobre se pacientes de qualquer idade tinham fatores de risco subjacentes, como uma doença crônica ou um sistema imunológico comprometido. Portanto, é impossível determinar se os pacientes mais jovens que foram hospitalizados eram mais suscetíveis a infecções graves do que a maioria dos outros na faixa etária.

Mas os especialistas disseram que, mesmo que os jovens no relatório sejam extremos médicos, o fato de estarem ocupando leitos e espaço em unidades de terapia intensiva era significativo.

E esses casos mais graves representam a vanguarda de como a pandemia está se desenvolvendo rapidamente nos Estados Unidos, mostrando que adultos de todas as idades são suscetíveis e devem se preocupar em proteger sua própria saúde e em não transmitir o vírus a outras pessoas.

A faixa etária mais jovem, com 19 anos ou menos, foi responsável por menos de 1% das internações e nenhuma admissão ou óbito na UTI. Isso se encaixa nos dados de outros países até agora. Esta semana, no entanto, o maior estudo até o momento de casos pediátricos na China descobriu que um pequeno segmento de crianças muito pequenas pode precisar de hospitalização por sintomas muito graves e que um garoto de 14 anos de idade morreu na China devido ao vírus.

Das 44 pessoas cujas mortes foram registradas no relatório, 15 tinham 85 anos ou mais e 20 tinham entre 65 e 84 anos. Houve nove mortes entre adultos de 20 a 64 anos, segundo o relatório.

Alguns dos pacientes do estudo ainda estão doentes, observaram os autores, portanto os resultados de seus casos não são claros. Dados estavam faltando para vários casos, “o que provavelmente resultou em uma subestimação dos resultados”, escreveram os autores. Devido à falta de dados, os autores apresentaram percentuais de internações, internações em UTI e óbitos como um intervalo. O relatório também diz que os limitados testes disponíveis nos Estados Unidos até agora tornam este relatório apenas um instantâneo da crise.

 

Ainda assim, os autores escreveram: “esses dados preliminares também demonstram que doenças graves que levam à hospitalização, incluindo internação na UTI e morte, podem ocorrer em adultos de qualquer idade com Covid-19”.

 A briga da vez é contra o corona virus

 A briga da vez é contra o corona virus

A briga da vez é contra o corona virus

Eu tenho o mesmo sentimento, em relação à parte do congresso, que os manifestantes no último domingo… Agora, precisamos ponderar e convergir, pois, um inimigo comum aos extremos(esquerda, direita, centro e libertarios) surgiu, e não digo isto porque quero viver de paz e amor, com Gilmar Mendes, Maia e Alcolumbre, mas sim porque precisamos combater algo grave, o Corona Vírus. 

O presidente deve ter uma boa estratégia, para  cercar-se de militares e comprar a briga com o judiciário e o congresso.

Em relação ao congresso ele conhece e sabe como funciona, foram 27 anos no legislativo. Realmente, parte da câmara, representa seus mesquinhos interesses, mas é hora de brigar com a casa? Ou o presidente sabe tanto que vai destituir o legislativo e chamar uma constitucional? 

Quanto ao judiciário, todos os contribuintes sabem o quanto pesa no bolso este sistema lento, caro, burocrático  e que tem alimentado ao longo dos anos, e deforma mais intensa, nos últimos meses, a impunidade, e neste último caso, fomentado pelo STF.

Mas é hora de brigar com o Judiciário? Ou o presidente sabe tanto que….

Entre os males que assolam o país, temos que enfrentar um de cada vez e a briga da vez é contra o corona virus. Quanto aos outros males institucionais  o enfrentamento fica em segundo plano. Ou o presidente sabe tanto que vale a pena a briga, ou é apenas fantasia, ou burrice mesmo.

Ou o presidente sabe tanto que vale a pena a briga, ou é apenas fantasia, ou burrice mesmo.