Suplente de Deputado Federal por São Paulo

Category: Meio Ambiente

Mises Brasil – “Meu desejo é um direito! Se quero algo, devo receber gratuitamente!” – eis o atalho para a tragédia

Mises Brasil – “Meu desejo é um direito! Se quero algo, devo receber gratuitamente!” – eis o atalho para a tragédia

Quando moradia deixou de ser mercadoria: o desastre soviético
Se o sistema de preços é abolido, escassez e irracionalidade imperam
Blocos habitacionais da URSS, provavelmente da metade do século 20. Foto: mvstang @ Flickr

Moradia não é mercadoria” é uma frase muito repetida entre ativistas em defesa da moradia popular.

Entendo aqui ‘moradia’ como unidades de habitação, principalmente casas e apartamentos. Já ‘mercadoria’ é algo produzido para ser vendido no mercado, destinado ao comércio, e que não é uso do produtor.

A vasta maioria das moradias hoje em dia pode ser considerada mercadoria, dado que é produzida e vendida por incorporadoras e imobiliárias que não moram nos edifícios que produziram. Assim, a proposta por trás dos ativistas que repetem essa frase é a de fazer com que a moradia deixe de ser produzida e vendida pelo mercado imobiliário, passando a ser planejada e distribuída pelo poder público. O objetivo seria torná-la mais acessível dado o atual déficit de moradias, que é uma das causas dos altos preços do mercado Read More

Você sabe definir o que seria um direito? E um privilégio?

Você sabe definir o que seria um direito? E um privilégio?
Não é um direito aquilo que duas pessoas não podem ter ao mesmo tempo

“Eu tenho esse direito!”

Várias pessoas fazem essa afirmação sem nem sequer pensar na natureza e na fonte dos direitos. O que são direitos? De onde eles vêm?

A visão progressista ou intervencionista diz que, desde que a legislação seja criada de acordo com as regras do devido processo legal, o governo tem o poder de criar e extinguir direitos.

Por exemplo, o governo pode, por meio dos votos do legislativo, criar ou extinguir o direito a um emprego, a uma educação “gratuita”, a um tratamento de saúde “gratuito”, ou até mesmo a receber comida “de graça”.

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“Meu desejo é um direito! Se quero algo, devo receber gratuitamente!” – eis o atalho para a tragédia

A imoral ideia de que desejos implicam direitos

Nota do editor

Observe a cena política ao seu redor: há uma lista, em contínua expansão, de coisas a que as pessoas afirmam ter o “direito” de receber “gratuitamente”. Vai desde saúde, educação e transporte até estabilidade no emprego, aposentadorias nababescas, lazer, cultura e cirurgias de mudança de sexo.

No entanto, quando se considera o assunto seriamente, simplesmente não há nenhuma base lógica e racional para tais demandas. Há apenas desejos e vontades, em ampla escala, por bens e serviços — algo que supostamente implica a necessidade de que eles se tornem um direito.

A partir daí, é apenas um passo para que grupos de interesse façam pressão e lobby sobre o governo, e recorram a tentativas legislativas ou judiciais para criar tais direitos — os quais serão, em seguida, promovidos pelo próprio governo como melhorias sociais.

Poucos pensaram tão cuidadosamente sobre esta confusão entre desejos e direitos do que Leonard Read, particularmente em seu ensaio “Quando desejos se tornam direitos“, de 1967. Em nosso mundo atual, no qual as emoções viraram uma categoria de pensamento, transformar um desejo em um direito político leva a novas transmutações, ainda mais abrangentes, de outros desejos em direitos. E, a cada uma dessas etapas, as liberdades individuais vão se erodindo. Neste contexto, as visões de Read ainda merecem sérias considerações no 50º aniversário de sua publicação.

Eis alguns trechos essenciais.

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